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Igreja cultiva os valores do Evangelho no sistema prisional.


Os agentes da Pastoral Carcerária se reúnem todas as segundas-feiras para ler as dezenas de cartas de presos (em média 70 por mês) que chegam pelos Correios. O Projeto Cartas e Necessidades Encarceradas da Pastoral Carcerária de Belo Horizonte busca ajudar na solução das muitas mensagens enviadas por pessoas que estão privadas da liberdade. Cada carta é lida, com extremo cuidado e carinho.

Entre os voluntários da Pastoral, está o pedagogo Assis Francisco Ribeiro, que também é o coordenador da Pastoral Carcerária; a doutora em Língua Portuguesa Irmã Maria Brígida Barbosa, da Congregação Filhas de Jesus; a assistente social Alice Rabelo Casasanta, a professora primária Nilma de Castro Nunes e a dentista Ceres Marina Vaz de Melo. “Há dois tipos de demandas principais: as sociais – que buscam contato com a família, orientação religiosa e psicológica – e as jurídicas – que se referem à revisão de condenação e a busca de atenuantes”, diz a assistente social Alice Rabelo. “Muitas vezes somos conselheiros e, baseados em nossas vivências e experiências individuais, orientamos os detentos nesse momento de enorme fragilidade emocional”, conta a Irmã Brígida.