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Marcha pela Vida em SP terá “defensores das duas vidas” sem distinção de credo


Redação da Aleteia | Set 18, 2018

Com a "onda celeste" que se espalha pela América Latina em defesa da vida, São Paulo terá grande Marcha pela Vida no próximo 30 de setembro

Onda celeste

Uma grande “onda celeste” vem se espalhando pela América Latina em defesa da vida humana desde a concepção. Com a Marcha pela Vida agendada para este dia 30 de setembro em São Paulo, o Brasil também se unirá a esse movimento internacional formado por milhões de pessoas de diferentes credos e orientações partidárias.

A Marcha pela Vida apoia leis de proteção às duas vidas: a do nascituro e a da gestante, em reação às falácias disseminadas por ativistas pró-aborto que tergiversam números e fatos científicos visando favorecer a sua narrativa ideológica.

O movimento “pelas duas vidas” ganhou força particularmente na Argentina, que sofreu e resistiu a uma feroz campanha pró-aborto neste ano. É de lá que vem a “onda celeste”: em contraposição ao lenço verde usado pelos militantes abortistas no país, os defensores da vida adotaram como símbolo o lenço azul celeste.

Contexto brasileiro

No Brasil, o contexto ainda reflete a audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal no começo de agosto para debater a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 442/2017 (ADPF 442), que propõe descriminalizar o aborto até a 12ª semana de gestação.

Objetivos

Os principais objetivos da Marcha pela Vida envolvem não apenas a exigência de respeito à vida desde a fecundação, mas também a divulgação das associações que prestam apoio às gestantes em crise e a conscientização da necessidade de eleger políticos comprometidos com “as duas vidas”, no executivo e, especialmente, no legislativo.

O movimento quer ainda apresentar argumentos objetivos aos 14% dos brasileiros que se dizem favoráveis ao aborto, demonstrando a eles que o “procedimento” é na verdade um atentado contra a vida quando considerado de uma perspectiva científica. A marcha também denunciará o ativismo judicial, por cujo meio o poder judiciário invade o âmbito do poder legislativo.